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domingo, 6 de maio de 2012

Foo Bar

Depois de ver esta foto no facebook, comentei que adoro esses nomes de bar. (Obs.: clique nas fotos se quiser ir às suas páginas de origem.)


Se eu fosse abrir um bar ele certamente se chamaria "Foo Bar" (coisa de programador; essas palavras são usadas sempre juntas em códigos de exemplo). Mas eu não tenho vocação para ser proprietário de bar. Mas numa rápida busca pelo Google descobri que já existem alguns "Foo Bars" pelo mundo:

Bruxelas, Bélgica
Melbourne, Flórida
Acampamento em O'Reilly
Worcester, Massachussets
Brighton, Austrália (mas fechou)

sexta-feira, 14 de setembro de 2007

"Tenho 20 contos naquele banco..."

Hoje sonhei que um colega de trabalho me contava sobre suas contas bancárias, e me disse: "Tenho 20 contos naquele banco...". Ficou claro que não se tratava de 20 reais. 20 reais a gente tem no bolso; não precisa de banco para isso. Ele só podia estar falando de 20 mil reais.

Foi então, durante o sonho, que me caiu a ficha: conto = mil. Sempre que alguém mais experiente diz que tal coisa lhe custou tantos contos, ele está se referindo a tantos mil (reais), por razões históricas, da época em que um conto era mil.

Realmente, fiz uma pesquisa rápida e verifiquei que, com a introdução do cruzeiro em 1942, 1 conto de réis equivalia a mil cruzeiros (1 conto de réis era 1 milhão de réis, e 1 cruzeiro era mil réis), e o costume popular continuou usando a expressão "um conto" para falar de mil cruzeiros.

Agora, acordado, vejo que usar conto como mil não é necessariamente uma regra, mas uma tendência. Mas o que eu achei interessante, e que me incentivou a redigir este post, é a capacidade de aprender, perceber e descobrir coisas durante o sonho. Antes disso, entendia "conto" como a própria unidade monetária, e isso sempre me confundia.

Não foi a única vez em que descobri coisas durante o sonho. Uma vez descobri a solução de uma fase de um jogo de computador (Castle Excellent) ao adormecer. Fazia dias que eu não conseguia passar aquela fase, me fazendo pensar nela dia e noite, até que a solução me veio em um sonho. Acordei, testei a solução e funcionou. Isso foi muito legal.

Geralmente os sonhos não têm lógica. As situações mudam de repente e a gente nem consegue perceber o absurdo. Isso é tão normal que achamos incrível quando um sonho tem alguma coisa lógica. Por isso acho fascinante quando os sonhos são tão lógicos a ponto de aprendermos coisas durante eles.

domingo, 15 de abril de 2007

Vodafone

Aproveitando a conexão à internet durante a Fórmula 1, nesta corrida em que Felipe Massa venceu, resolvi matar uma antiga curiosidade. O que é essa tal de "Vodafone", que esbanja outdoors nas pistas? Se é uma marca internacional, por que não a vejo nas lojas brasileiras?

Primeiro, demorou para eu descobrir que não era "Ovodafone". O logotipo, um "abre-apóstrofo" dentro de um círculo, parece uma letra O precedendo a marca. A primeira coisa que me vinha à mente era Ovomaltine. Ou algum outro alimento a base de ovos...

Mas o final, "fone", era uma clara referência a som. Poderia ser uma marca de aparelhos de som, tal como Philips, Toshiba... Poderia ser uma concorrente minha! Aos poucos foi ficando claro que o logotipo não era a letra O.

Pois bem, hoje estou conectado à internet e procurei "Vodafone" no Google, levando-me ao óbvio www.vodafone.com. Sim, o logotipo confirmava: eu estava no lugar certo. O site trouxe um texto em português português, isto é, de Portugal, com a palavra "telemóveis", isto é, "celulares". Ah, é uma operadora de telefonia celular, descobri. "Visite a Vodafone no seu país", diz o site, e o Brasil está na lista. Uau, tem Vodafone no Brasil? Por que nunca ouvi falar? Deve ser nova. Vou comprar um celular da Vodafone só pra ser diferente, hehe. (Brincadeira!!!) Fui lá e cliquei em Brasil e... Tcha-naaaan!!!

No Brasil não a conhecemos como Vodafone. Mas já é uma velha conhecida nossa. Caí no site da Claro.

Isso, para mim, é um desperdício de propaganda. Um dos países mais fãs de Fórmula 1 deixa de comprar da Claro porque a empresa não investe em nenhum tipo de associação entre as duas marcas.

Se a operadora se chamasse "Vodafone" no Brasil, ou se estivesse escrito "Claro" nos outdoors da Fórmula 1, eu sentiria até um certo orgulho da empresa: "Puxa, senti firmeza nessa operadora".

Concordo que "Claro" soa bem melhor no Brasil do que "Vodafone". Nome comprido, esquisito e que lembra "vou dar fone". Se bem que isso poderia ser explorado numa boa jogada de marketing. Promoção Vodafone: no plano XXX você leva o celular de graça! Vodafone para mim, Vodafone pra você, Vodafone para ela... Vodafone pro Brasil inteiro! Mas as duas marcas estão dissociadas por aqui. Já seria suficiente um "Claro - uma empresa das Organizações Vodafone". Com a musiquinha do Tabajara de fundo. :)